domingo, 16 de maio de 2010

Um círculo vicioso onde ninguém mexe!


Precisamente no dia 25 de Abril de 1974, deu-se início a um círculo vicioso que ninguém tem coragem de interromper. Há cerca de 33 anos, logo após a revolução dos cravos, a Constituição e o Sistema Político instaurado interiorizou defeitos gravíssimos que se agudizam a cada dia que passa, qualquer que seja a situação económica e social, quer ao nível global quer ao nível interno. Esse mesmo sistema tem andado a vender ao povo a ilusão de que podemos viver acima das nossas possibilidades, tudo para manter as regalias dos senhores feudais deste País. Nós temos uma Republica de 10 milhões de habitantes que gasta mais recursos que a Monarquia Espanhola de 45 milhões, temos ministérios que aumentam as despesas todos os anos, temos autarquias onde o aumento da despesa é directamente proporcional à diminuição da população. O governo anunciou recentemente a redução de 5% nos vencimentos dos políticos e gestores públicos! Mas alguém acredita que a maior fonte de rendimento desses senhores é o salário?? E os subsídios de deslocação e representação, prémios de desempenho, horas extraordinárias, entre outras regalias tais como automóveis topo de gama, cartões de crédito com plafonds ilimitados, etc. etc. etc. Todos os especialistas e pessoas atentas estão carecas de saber que para um País prosperar tem que ter as contas públicas em ordem e crescimento económico sustentado, para isso temos que consumir mais produzindo mais e exportar no mínimo o correspondente ao que importamos. Mas vamos ao círculo vicioso propriamente dito: no início da Governação do actual primeiro-ministro (sendo certo que antes aconteceu exactamente a mesma coisa) com a economia a crescer debilmente mas a crescer, o mesmo disse: temos as CONTAS PÚBLICAS DESEQUILIBRADAS, temos que aumentar impostos às famílias e às empresas mas nas regalias dos senhores feudais não se mexe! Resultado – RECESSÃO. Vem o primeiro-ministro: estamos em recessão, temos que acudir à economia e às pessoas, mas nas regalias dos senhores feudais não se mexe! Resultado - CONTAS PÚBLICAS DESEQUILIBRADAS. Neste momento estamos na fase do anúncio, que há poucos dias foi feito: temos as contas públicas desequilibradas, temos que aumentar impostos às famílias e às empresas mas nas regalias dos senhores feudais não se mexe! Eu vou fazer uma previsão do resultado, assim ao “calhas”: RECESSÃO, e a seguir outra previsão ao “calhas”: CONTAS PÚBLICAS DESEQUILIBRADAS. E andamos nisto! A minha esperança é que apareça um dia um D. João II ou um Marquês de Pombal que faça realmente o que tem que ser feito e corte a sério a despesa vergonhosa que tem que ser cortada e deixe as famílias e as empresas produzir e consumir em paz.

sábado, 8 de maio de 2010

Alguém me explica a lógica das propostas de esquerda?!


Não sendo necessário, neste momento, caracterizar a actual crise que nos afecta, pois é por demais conhecida e sentida na pele por todos os cidadãos, vejo todos os dias, por parte dos partidos de esquerda, serem apresentadas algumas propostas para reverter a situação, sobre as quais eu gostaria de obter uma explicação assim como se fosse muito burro!!! A esquerda, principalmente a esquerda mais à esquerda, defende acerrimamente o investimento público para dinamizar a actividade económica e por o País na rota do crescimento. Ora se o País não tem um “tostão furado” para investir, vai ter que recorrer ao mercado capitalista e especulador, cujas agências de rating vão certamente avaliar ainda mais negativamente a dívida Portuguesa devido ao aumento galopante da mesma e portanto os respectivos juros ficarão ainda mais caros! Então mas afinal em que é que ficamos??? A esquerda, por um lado, defende que não devemos ficar reféns dos mercados capitalistas, por outro, defende que nos devemos endividar ainda mais! Ou eu sou estúpido ou há aqui qualquer coisa que não bate certo! Depois defende as grandes obras públicas em detrimento do investimento público de proximidade (tendo em conta que não temos propriamente condições, neste momento, para suportar os dois tipos de investimentos) beneficiando apenas meia dúzia de grandes empresas, essas entidades ávidas de lucro e exploradoras das pessoas! Confesso que estou um bocadinho baralhado! Além de esquerda me consegue explicar o que é que defende afinal??

quarta-feira, 5 de maio de 2010

É preciso recuar 900 anos…


Há quase 900 anos, Portugal foi governado por um soberano que, através da sua visão estratégica do reino no que dizia respeito à crucial importância do desenvolvimento sustentado alicerçado num povoamento equilibrado do território nacional, escreveu o seu nome na história sob o cognome de “O Povoador” e é considerado por muitos historiadores um dos Grandes Reis da nossa História. Refiro-me, como já devem ter percebido, a D. Sancho I. Actualmente vemos o nosso País com um desequilíbrio tão avassalador no que diz respeito ao nosso desenvolvimento regional que, em alguns casos, tenho muitas e fundadas dúvidas acerca da sua irreversibilidade. O actual regime democrático, com todos os instrumentos, a todos os níveis, nas suas mãos, nomeadamente todo o dinheiro atribuído pela União Europeia para a concretização desse objectivo, conseguiu construir um País muito mais assimétrico e desigual do que o que tínhamos há 35 anos atrás! Considero até que esta foi a maior derrota da nossa Democracia. E eu não atribuo este fracasso apenas aos governantes e respectivas políticas postas em prática, pois as mesmas apenas reflectiram a vontade do povo, que só se deixa iludir até onde quer e portanto penso que há uma responsabilidade repartida nesta problemática, que resulta de uma visão errada da nossa realidade e das perspectivas de futuro por parte de todos, desde governantes, políticos, empresários até ao mais comum dos cidadãos. O que é necessário, em meu entender, neste momento, é um exercício de consciencialização nacional no sentido de sensibilizar as pessoas para que as mesmas sejam sensíveis a esta realidade preocupante, porque só todos em conjunto poderemos criar sinergias e mudar o actual rumo que nos está a conduzir a um abismo do qual não vejo capacidade para podermos sair se nele cairmos. Para finalizar, apenas um apelo à reflexão: porque será que não há mais empresas a instalarem-se no interior onde os factores motivacionais dos respectivos colaboradores, nomeadamente o custo de vida muito mais baixo, as muito menos horas nas filas de transito, entre muitos outros que, em parceria com politicas laborais adequadas, levariam certamente a um aumento de produtividade com benefícios para todo o País? Será que o afastamento da via marítima para o transporte dos produtos produzidos é suficiente para explicar todo este cenário desolador?

sexta-feira, 30 de abril de 2010

O fim da ilusão…


Nos tempos que correm ouvimos, tantas e tantas vezes, da boca de altas figuras do actual governo socialista, frases de repúdio pelos ataques das agências de rating à Economia Portuguesa, do impacto que estas têm nas nossas vidas, da forma como influenciam as medidas de austeridade que vão ser implementadas, etc. etc…. Elas são portanto o “bicho papão” das “histórias da carochinha” contadas às crianças. São a prova de que o capitalismo é o modelo mais horrível alguma vez inventado... Mas então eu pergunto: Não foi a esses especuladores que os governos socialistas da Europa pediram dinheiro para alimentarem o populismo ilusório que tantas vitórias lhes deu em eleições? Não foram os mesmos especuladores que permitiram aos mesmos governos e respectivo povo viver acima das suas possibilidades ano após ano? Quando lhes pediram dinheiro e esse dinheiro lhes caiu na conta não se queixaram, mesmo sabendo do risco das possíveis flutuações dos juros da respectiva dívida. Agora que chegaram as consequências, ái ái ái ái ái ái os “mauzões” dos especuladores! Quero ver como vai agora o PS pedir os votos a quem está (duvido que por muito tempo) a viver à conta do estado!!!... ou melhor, à conta desses “malvados” desses especuladores…

quinta-feira, 22 de abril de 2010

Leis Penais...


Carta enviada de uma mãe para outra mãe no Porto, após um telejornal da RTP1:

De mãe para mãe...Cara Senhora, vi o seu enérgico protesto diante das câmaras de televisão contra a transferência do seu filho, presidiário, das dependências da prisão de Custóias para outra dependência prisional em Lisboa.Vi-a a queixar-se da distância que agora a separa do seu filho, das dificuldades e das despesas que vai passar a ter para o visitar, bem como de outros inconvenientes decorrentes dessa mesma transferência.Vi também toda a cobertura que os jornalistas e repórteres deram a este facto, assim como vi que não só você, mas também outras mães na mesma situação, contam com o apoio de Comissões, Órgãos e Entidades de Defesa de Direitos Humanos, etc... Eu também sou mãe e posso compreender o seu protesto. Quero com ele fazer coro, porque, como verá, também é enorme a distância que me separa do meu filho.A trabalhar e a ganhar pouco, tenho as mesmas dificuldades e despesas para o visitar.Com muito sacrifício, só o posso fazer aos domingos porque trabalho (inclusive aos sábados) para auxiliar no sustento e educação do resto da família. Se você ainda não percebeu, sou a mãe daquele jovem que o seu filho matou cruelmente num assalto a uma bomba de combustível, onde ele, meu filho, trabalhava durante a noite para pagar os estudos e ajudar a família. No próximo domingo, enquanto você estiver a abraçar e beijar o seu filho, eu estarei a visitar o meu e a depositar algumas flores na sua humilde campa, num cemitério dos arredores... Ah! Já me esquecia: Pode ficar tranquila, que o Estado se encarregará de tirar parte do meu magro salário para custear o sustento do seu filho e, de novo, o colchão que ele queimou, pela segunda vez, na cadeia onde se encontrava a cumprir pena, por ser um criminoso.No cemitério, ou na minha casa, NUNCA apareceu nenhum representante dessas "Entidades" que tanto a confortam, para me dar uma só palavra de conforto ou indicar-me quais "os meus direitos". Para terminar, ainda como mãe, peço por favor:Façam circular este manifesto! Talvez se consiga acabar com esta (falta de vergonha) inversão de valores que assola Portugal e não só...
Direitos humanos só deveriam ser para "humanos direitos" !!!

quinta-feira, 4 de março de 2010

Um pouco de decência na política não ficava nada mal…

Os tempos que vivemos não são nada fáceis, todos sabemos. Há sacrifícios que têm que ser feitos. Mas com que direito e moralidade nos pedem os políticos que nos governam, para que apertemos cada vez mais o nosso cinto? Eles por acaso já deram algum exemplo que nos sensibilize para os referidos sacrifícios e aperto de cinto? Há pouco tempo, o grupo parlamentar do CDS-PP propôs cortes no rendimento dos políticos. Não houve nenhum dos outros partidos que apoiasse esta proposta! Todos acusaram o CDS de querer apenas ganhar votos. Quer dizer então que já não se pode fazer uma proposta que vá de encontro às expectativas e anseios das pessoas que se é logo acusado de populismo? Mas afinal em que é que ficamos? Somos presos por ter cão e presos por não ter? Que moral tem o Governo para nos impor uma idade de reforma aos 65 anos quando há políticos com cinquenta e poucos anos reformados sem penalizações, com reformas elevadas? Depois queixam-se que a classe política tenha atingido este nível de descrédito na sociedade.
Deixo apenas um exemplo: Aos 50 anos de idade e com 20 anos de descontos como deputado, Marques Mendes acaba de requerer a pensão a que tem direito, com o valor mensal vitalício de 2.905 euros.

quinta-feira, 25 de fevereiro de 2010

Debate “Jovens e Cidadania”


Ontem participei no debate “jovens e cidadania” promovido pela AE da Escola Secundária de Gouveia, em representação do CDS-PP, onde também estiveram representados: PS, PSD, PCP e BE. Foi a minha primeira experiência deste tipo e confesso que me enriqueceu muito enquanto pessoa e enquanto cidadão.
Retirei algumas conclusões, ou melhor, já as tinha presentes na minha mente, tendo estas ficado ainda mais claras. Em meu entender, os partidos mais à esquerda são muito bons a identificar e denunciar problemas. Já não são tão bons, quanto a mim, a apresentar soluções para os mesmos. Ou seja, a meu ver, o PCP e o Bloco recusam-se terminantemente a olhar para a realidade e a encará-la de frente. Por exemplo, defendem que é essencial um combate à pobreza e ao desemprego. Eu não podia estar mais de acordo. O facto é que só existe uma maneira de combater a pobreza, que é criando riqueza. E depois distribui-la, naturalmente. Mas como é que se pode criar riqueza? Todos os partidos à esquerda (incluindo do PS) defendem que é com investimento público. No caso do PCP e do BE, quase exclusivamente. Agora eu pergunto: qual é a realidade que está à vista de todos? O que eu vejo é muitas das empresas públicas darem prejuízo, terem constantemente derrapagens orçamentais e ainda por cima o estado anuncia prémios de desempenho aos seus gestores! Que riqueza se cria assim??? Se as pessoas não sentirem as empresas como suas, o que fazem é governarem-se delas em vez de as governar. O caminho é dar lugar à iniciativa privada, incentivar a criatividade e o empreendedorismo. Como é que isto se faz? Fomentando esse empreendedorismo nas escolas desde cedo, criando condições fiscais atractivas ao investimento e por fim garantindo que a justiça funcione efectivamente, garantindo, tanto os direitos dos trabalhadores (de que a esquerda tanto fala) como os direitos dos empresários e das empresas. Gostava de deixar uma questão no ar: quem é que vai investir num País onde a cobrança de uma dívida demora anos a ser resolvida?
Alguém na plateia referiu que, no Parlamento, os partidos fazem propostas apenas no sentido de ganhar votos e não para resolver efectivamente os problemas do País. Em minha opinião isso acontece mas só com alguns partidos. Digam-me por exemplo, que proposta impopular (que afecte muita gente e não apenas meia dúzia) já apresentou o PCP e o BE. Outra pergunta: Acham que o CDS ganha votos ao propor portagens nas SCUT? Eu referi esse ponto e claro que os partidos mais à esquerda se manifestaram contra. Mas afinal qual é a diferença entre a existência ou não de portagens nas SCUT? As pessoas pensam que assim não pagam essas auto-estradas? Pagam! Pagam nos impostos, pagam nos congelamentos de salários, no aumento das penalizações das reformas… É porque não sai do bolso na hora que acham que não pagam??? A única diferença é que assim pagam todos e com portagens pagava quem usufrui e quando usufrui. O que será mais justo?
Para acabar quero referir que gostei de ver que a adesão dos alunos ao evento foi muito boa e espero que sejam promovidas mais iniciativas idênticas, futuramente.

Assistam ao debate “jovens e cidadania” em www.aegouveia.blogspot.com

quinta-feira, 18 de fevereiro de 2010

Primeiros passos do movimento Mudar PORTUGAL


Este movimento dará os primeiros passos da seguinte forma:

1º Quando as primeiras 10 pessoas que compartilham esta ideia com muita força e convicção estiverem reunidas, vamos formar uma associação com estatutos próprios a definir em conjunto.

2º Vamos criar uma base de dados com as características de cada um (situação profissional, habilitações, etc.)

3º Vamos criar uma bolsa de ideias de negócio, que serão desenvolvidas com a ajuda de todos. Posteriormente as ideias serão pastas em prática também com a ajuda de todos. Por exemplo, se é necessário tratar de um assunto jurídico e de apoio a nível informático, então os associados com disponibilidade (desempregados ou não) e com formação nessas áreas irão prestar esse apoio gratuitamente.

4º Vamos criar uma bolsa de emprego interna, ou seja, quem procurar emprego procura para todos, pois pode encontrar uma oportunidade onde não se enquadre e irá disponibilizar essa informação a uma pessoa com o perfil pretendido.

5º Vamos criar um espaço de formação onde cada um poderá dar a formação para a qual está habilitado a todos os outros.

6º Vamos deixar sempre um ponto em aberto (neste caso é o 6º) para ser preenchido por cada um ou por todos em conjunto.

Vamos Vencer


Um abraço

Miguel Pires

quarta-feira, 17 de fevereiro de 2010

Agarra o Futuro com as Duas Mãos


Ontem, depois de ter visto uma reportagem televisiva acerca da tristeza, descrença, desalento, falta de esperança no futuro entre outros sentimentos que nos colocam a todos, e em particular aos jovens, numa situação de depressão nacional generalizada (a reportagem referia-se à situação dos recém diplomados desempregados do nosso País), reflecti sobre o assunto e levantaram-se na minha mente várias questões para as quais não consigo encontrar respostas e consigo ainda menos perceber porque é que essas respostas não aparecem. A meu ver é necessária uma análise profunda do nosso País e uma mudança radical de mentalidades. Pergunto-me por exemplo qual é a principal causa da nossa situação económica, financeira e social actual?! Porque é que em períodos de crescimento não crescemos tanto como os outros? Porque é que em períodos de crise as agências internacionais nos colocam no pódio dos que aguentam pior a situação? Porque é que na retoma da economia somos sempre dos últimos a arrancar na corrida? Será porque somos um País com poucos recursos naturais? Talvez, mas por exemplo o Japão encontra-se em situação idêntica no que diz respeito a esse factor e é a segunda maior economia a nível mundial! Será falta de massa cinzenta no nosso País? Provavelmente, mas então porque é que o desemprego incide principalmente sobre os Licenciados, Mestrados e Doutorados (muitos deles com notas elevadíssimas)? Eu só encontro uma justificação: a nossa mentalidade, a maneira como encaramos o nosso País e o nosso Mundo! A meu ver a única esperança é a mudança radical da forma como encaramos o país e o mundo. Economicamente falando, qualquer País só prospera se a sua balança comercial estiver equilibrada. Temos que ter a consciência de que não podemos consumir mais do que aquilo que produzimos. Portanto se queremos ter conforto e progresso, se queremos continuar a consumir, temos que produzir mais e melhor! Como? Em minha opinião basta fazer uma análise pragmática da situação e mudar de atitude, começando por identificar o problema, a seguir olhar para as nossas potencialidades e por último desenvolve-las. O principal problema de Portugal é o facto de importarmos de mais e exportarmos de menos e essa tendência só pode ser invertida se a encararmos como um desígnio nacional (diminuir as importações, aumentar as exportações ou ambas é o objectivo para diminuir a dependência do estrangeiro). O problema está então identificado e as nossas potencialidades para o resolver são imensas. Não percebo como é que não as vemos!!! Portugal tem riquíssimos recursos marítimos, tem solo fértil, recursos florestais ou possibilidade de os desenvolver através da reflorestação, tem um clima favorável, um potencial energético imenso em termos de energias renováveis, uma historia e um património que permite desenvolver o turismo, pode prestar serviços de qualidade a quem nos visita, tem massa cinzenta, em suma, tem tudo o que é preciso. A forma de desenvolver todos estes recursos está ao nosso alcance e é, a meu ver, de simples definição, embora talvez, de difícil concretização mas mesmo assim eu vou tentar. A palavra-chave é mobilização em torno de um objectivo e esse objectivo será alcançado com uma conjugação de atitudes. Pensem nesta ideia: como podemos ganhar 1000 euros numa fabrica de vestuário se queremos comprar uma camisola por 5 euros?? O que acontece hoje, no mundo globalizado, é que compramos uma camisola por 5 euros importada de um país onde quem a fez recebe 100 euros de ordenado mensal. Resumindo, além de não ganharmos os 1000 euros ainda estamos no desemprego. O que será que podia acontecer se nos uníssemos (todos nós portugueses) para comprar camisolas a 50 euros feitas em Portugal com a lã Portuguesa??? Pensem nisto… Hoje em dia os meios para obtermos formação, informação, apoio, aconselhamento, mobilização, entre outras coisas, são imensos e por isso proponho o seguinte: criar uma rede social alargada, aberta a todos os que partilhem esta minha ideia: desempregados, empreendedores, diplomados, investidores, todos. Vamos criar um fórum de ideias e debate para mobilizar as pessoas no sentido de fazer despertar o seu talento, explorar os recursos que temos, apresentar ideias inovadoras, projectos de negócio, comentar e contribuir para o desenvolvimento de ideias de outras pessoas e ajuda-las a criar o seu próprio emprego, por ao serviço de todos o conhecimento de cada um, fazer campanhas de mobilização, incentivar o consumo de produtos nacionais, etc. Ao serviço desta ideia vou por à disposição uma pagina no facebook, um blog e um endereço de e-mail. A partir daqui vamos criar bases de dados com os perfis de cada pessoa (importante a sua formação e conhecimentos), ideias de negócios, sugestões entre outras. No fundo o objectivo é fazer com que as pessoas, principalmente as que estão desempregadas, não se sintam sozinhas e que a palavra vitória se torne regra neste grupo. Juntos vamos conseguir.



Albert Einstein disse: “só há duas coisas infinitas: o universo e a estupidez humana” eu acrescentaria uma…


…a vontade humana!...



Miguel Pires

quinta-feira, 17 de dezembro de 2009

Neste natal ofereca um livro...


Neste Natal ofereca um policial escrito por um natural da sua terra: O Testamento do Anticristo. Faça já a sua encomenda através deste blog. Consulte também o site: http://www.editorial100.pt/catalogompiresotda.htm e conheça um pouco mais sobre a obra. Um abraço a todos e Boas Festas.